quinta-feira, 1 de agosto de 2019

Os 15 melhores filmes de 2019 (até agora)

Filme tem toda semana nos cinemas, mas quais valeram a pena pagar para ver na primeira metade de 2019? Problema de primeiro mundo: atualmente, a quantidade de filmes lançados por semana é um grande desafio para que os fãs da sétima arte se mantenham atualizados. São muitas opções, muitos gêneros, muito dinheiro rolando. É tudo “muito” quando se trata de cinema. Peça já seus Canais Aqui! 

Os 15 melhores filmes de 2019 (até agora)

Para facilitar um pouco a sua vida, juntamos os 15 melhores filmes de 2019 (até agora) em uma lista. Além dos grandes blockbusters, foram incluídas algumas produções não-hollywoodianas, para variar um pouco e abrir portas para circuitos alternativos.



Amazing Grace

O documentário sobre Aretha Franklin é um item obrigatório para os fãs da cantora – ou de música em geral. A produção conta como foi a gravação do álbum ao vivo Amazing Grace, em 1972, em duas apresentações na Igreja Batista de New Temple Missionary. Até hoje esse é o álbum gospel mais vendido na história, com 2 milhões de cópias apenas nos Estados Unidos. Na gringa, foi lançado no final de 2018, mas vale a pena incluir aqui.


Amor Até às Cinzas

Primeiro filme chinês da lista. Aqui, Qiao era uma bela dançarina e apaixonada por Bin, um mafioso local que dava a ela uma vida luxuosa e segura. Em uma briga de gangues, porém, Qiao acabou presa após dar um tiro para defendê-lo, o que custou-lhe cinco anos na cadeia. Quando saiu, ela teve que lidar com mais dificuldades para se adaptar do que era previsto. Atuação primorosa da atriz Zhao Tao.


The Beach Bum

Mais um filme diferentão do Matthew McConaughey. Desta vez, ele é Moondog, um escritor excêntrico que era sustentado pela esposa milionária. Para voltar ao auge da carreira, ele jogou todas as fichas no seu próximo livro, chamado Beach Bum. O problema: o cara é totalmente indisciplinado, criou um próprio código de regras, vivendo em festas e se afogando em drogas.


Cafarnaum

Esse é um daqueles filmes pesados por retratar a realidade sem dó. Cafarnaum conta a história de Zain, um garoto que carregava muito mais responsabilidades do que uma criança de 12 anos deveria ter. Quando a irmã, de 11 anos, foi forçada a se casar com um homem mais velho, ele fugiu de casa e passou a viver nas ruas, conhecendo a realidade de outras crianças e refugiados. Chance de assistir a um filme libanês, caso você nunca o tenha feito.


Climax

Gaspar Noé nos coloca junto a um grupo de dançarinos que iam se apresentar em um espetáculo importante, nos anos 90. Eles ficaram reclusos em um internato para ensaiar, mas durante uma festa de confraternização, o clima começou a mudar quando foi misturado LSD nas bebidas. Daí para a frente virou um show de psicodelia, paranoia, alucinações e um punhado de revelações inesperadas de sentimentos que deveriam ter ficado escondidos. Uma loucura.


The Farewell

Esse filme aqui está com 100% no Rotten Tomatoes e a sinopse já entrega que a ideia é fazer com que o choro corra solto. Uma família descobriu que a avó está com uma doença em estado terminal, mas não contou para ela. Em vez disso, os filhos e netos arrumaram um casamento de última hora para a matriarca. A intenção era reunir todos os amigos e parentes dela uma última vez. A forma como lidam com temas relacionados a família e amor é ao mesmo tempo divertida e super emocionante. Filme meio americano, meio chinês.


Godzilla 2: Rei dos Monstros

Monstros gigantes lutando contra outros monstros gigantes. Quem se importa com a história, não é mesmo? A verdade é que o roteiro não foi dos melhores, mas a introdução de Mothra, Rodan e Ghidorah compensou a falta de profundidade da narrativa. Os efeitos especiais e a noção de proporção das ameaças são o ponto forte desta nova franquia de Godzilla. Aqui definitivamente não existe preocupação com a destruição das cidades, parecia até filme do Michael Bay.


John Wick 3: Parabellum

Keanu Reeves já virou meme, atualmente ele é uma entidade no mundo do entretenimento e qualquer coisa que o tenha como ícone vai se destacar. John Wick 3 é mais ou menos isso: a história até é legal, a mitologia criada na saga se aprofunda cada vez mais, só que o importante mesmo é ver o Keanu metendo a porrada. Ele mata os inimigos das formas mais criativas possíveis. As coreografias de luta são sensacionais, com destaque para a cena em que ele é obrigado a usar facas contra os inimigos japoneses, na primeira parte do filme.


Nós

A pressão sobre Jordan Peele era real, uma vez que o filme de estreia do diretor havia sido um sucesso estrondoso (Corra!). Novamente com um elenco formado por atores negros, novamente apostando em um suspense psicológico, Peele utilizou a mesma fórmula de antes, mas conseguiu sair da sombra do antecessor. e atribuir uma identidade própria a Nós.

Obsessão

Filme surpreendentemente bom, dadas as baixas expectativas. Chloe Grace-Moretz vive Frances, uma jovem garçonete que morava em Nova York. Um belo dia, ela encontrou uma bolsa no metrô e resolveu devolver para a dona, que era uma senhorinha chamada Greta Hideg. Mas todos sabemos que, em um filme de suspense, senhorinhas não são confiáveis e a nova amizade das duas acabou virando uma relação doentia.


O Peso do Passado

A trama policial de O Peso do Passado já era interessante por si só, acompanhando agentes que atuaram infiltrados em uma quadrilha quando jovens, mas que carregam heranças daquela época até hoje. Some a isso a atuação magnífica de Nicole Kidman e a maquiagem que a transformou em uma mulher nitidamente sofrida. Beleza de filme, inclusive com ótimas cenas de ação.


Pokémon – Detetive Pikachu

Tinha tudo para ser bizarro: Pokémon realistas, Pikachu como protagonista, falante e que trabalha como detetive. E mais: a adaptação nem é do desenho original, mas, sim, de um jogo de 2016 para Nintendo 3DS. O resultado, porém, foi muito bom! O Pikachu protagonista foi uma espécie de Deadpool dos monstrinhos (alô Ryan Reynolds) e o filme acabou ficando bastante divertido. Nenhuma obra-prima, mas definitivamente vale a pena.


Rocketman

A biografia de Elton John não poderia ficar de fora. O astro britânico levou uma vida totalmente insana nos anos 70 e 80, obteve um sucesso inquestionável e está até hoje por aí. Além disso, depois que Bohemian Rhapsody levou o Queen e todo o bonde para o Oscar, espera-se que todos assistam à atuação impressionante de Taron Egerton em Rocketman para ter um breve parâmetro de comparação.


Toy Story 4

O sentimento era “pra que mais um Toy Story? Podia ficar só com três mesmo”. Porém, quanto mais perto da estreia ficávamos, mas a hype crescia. Claro que a Disney/Pixar não deixou barato e entregou outro filme muito bom com Woody, Buzz e cia, agora acompanhados de Garfinho, um personagem excelente que apresentou novas camadas a esse grupo tão conhecido e amado pelo público.


Um Elefante Sentado Quieto

O nome desse filme já é muito bom por si só. Brincadeira à parte, a produção conta quatro histórias simultâneas, todas protagonizadas por pessoas que queriam fugir da cidade de Jingxing, na China. Eles não se conheciam, mas todos lidavam com fantasmas interiores: um deles matou um colega por acaso, outro teve vídeos íntimos vazados, outra se sente culpada pelo suicídio de um amigo e outra quer fugir de um asilo. O nome da produção vem da cidade para a qual eles estão se dirigindo, Manzhouli, onde uma lenda diz existir um elefante que apenas vive sentado, ignorando o mundo à sua volta.


Vingadores: Ultimato

O grande encerramento da “Era Vingadores” no cinema foi épico. Fechando o arco dos Vingadores “originais”, Ultimato conseguiu arrematar muito bem a história criada em Guerra Infinita, além de pavimentar o caminho para a tão esperada Fase 4 da Marvel. Praticamente irretocável, o filme dirigido pelos irmãos Russo ainda virou a maior bilheteria da história do cinema, ultrapassando Avatar.


Por Filipe Rodrigues
Já assistiu a algum desses? Acha que faltou algum?

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